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Mutante

MUTANTE
São Paulo, 2013

For a Panorama 33 Exhibition, SUBdV proposed a redefinition of the Modern Art Museums of São Paulo, Rio de Janeiro and Salvador. How to work with the physical problems of isolation and the lack of accessibility of each of the three museums. Thus, a type of genetic architecture is used to generate new affiliates using the genotypes of the three existing museums to derive new phenotypes that are influenced by new recombination and contexts.

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BLENDSHAPE – The Fourth Mutant Identity

Currently each MAM has a unique and monolithic circulation system, limiting the accessibility between public space and works of art. We proposed the generation of new types of accessibility between the city square and the galleries creating a system of topological joints that gently connects public space and works of art. To this end, we speculate the creation of a fourth identity – a mutant child that combines genotypic characteristics of each museum, merging its topological conditions to create a new circulation system.

The MAM Rio de Janeiro has a floating floor, raised and separated from the public space below, connected only by circulation points. The MAM São Paulo is located in a flat and low space under the marquise, which in itself is quite curvilinear in plan, however the visitor does not experience such articulation vertically in section, so that there is no engagement in a fluid system of three-dimensional circulation. Finally, the Salvador MAM circulation system is defined by a spiral staircase, in only one moment of the museum, not transforming the exhibition spaces.

The fourth child combines the genotypes of the 3 floors: the plan in curve of the marquise is used vertically in sections to create new conditions of accessibility between the quota of the city, the suspended floor of MAM Rio de Janeiro and the new terrace-gallery on the marquee , inspired by spaces such as Dan Grahan’s DAY installation or space over the Metropolitan Museum, both in New York. In order to create more interaction between the various galleries, the linear organization of the São Paulo and Rio museums, the proposal presents a polycentric radial organization derived from the spiral staircase of MAM Salvador, creating a looping circulation to create the opportunity for more cross-referencing between the various galleries and works of art. MAM Mutante creates new, more fluid and interconnected relationships between different works and different galleries and public spaces.

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CREDITS

Mutante by SUBdV.
Directors: Anne Save de Beaurecueil and Franklin Lee

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Para a exposção Panorama 33, propomos uma redefinição dos Museus de Arte Moderna de São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador. As propostas trabalham os problemas físicos de isolamento e e falta de acessibilidades de cada um dos três museus. Assim, um tipo de arquitetura genética é usada para gerar novos afilhados usando os genótipos dos três museus existentes para derivar novos fenótipos que serão influenciados por novas recombinações e contextos.

BLENDSHAPE – A Quarta Identidade Mutante

Atualmente, cada MAM possui um sistema de circulação singular e monolítico, limitando a acessibilidade entre espaço público e as obras de arte. Nós propomos a geração de novos tipos de acessibilidade entre a cota da cidade e as galerias criando um sistema de articulações topológicas que suavemente conecta o espaço público e as obras de arte.  Para tal, especulamos a criação de uma quarta identidade – um filho mutante que combina características genotípicas de cada museu, fundindo suas condições topológicas para criar um novo sistema de circulação.

O MAM Rio de Janeiro possui um Piso flutuante, elevado e separado do espaço público abaixo, conectado apenas por pontos de circulação. O MAM São Paulo está localizado em um espaço plano e baixo sob a marquise, que é em si bastante curvilínea em planta, porém o visitante não experimenta tal articulação verticalmente em seção, de maneira que não há um engajamento em um sistema fluido de circulação tridimensional. Por fim, o sistema de circulação do MAM Salvador é definido por uma escada em espiral, em apenas um momento do museu, não transformando os espaços de exposição.

O quarto filhote combina os genótipos dos 3 Pisos: a planta em curva da marquise é usada verticalmente em seções para criar novas condições de acessibilidade entre a cota da cidade, o Piso suspenso do MAM Rio de Janeiro e o novo terraço-galeria sobre a marquise, inspirado em espaços como a instalação DIA de Dan Grahan ou o espaço sobre o Metropolitan Museum, ambos em Nova Iorque. Para criar mais interação entre as várias galerias, ao da organização linear dos museus de São Paulo e Rio, a proposta apresenta uma organização radial policêntrica derivada da escada em espiral do MAM Salvador, criando uma circulação em loop para criar a oportunidade de mais referenciações cruzadas entre as várias galerias e trabalhos de arte. O MAM Mutante cria novas, mais fluídas e interconectadas relações entre diferentes obras e diferentes galerias e espaços públicos.

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CRÉDITOS

Mutante por SUBdV
Diretores do projeto: Anne Save de Beaurecueil e Franklin Lee

subdv@subdv.com
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Al. Tietê, 17
01417-020 São Paulo SP
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